Na rua, a servir refeições quentes, 365 dias por ano

CASA Madeira faz apelo à população e empresas. São precisos mais voluntários e mais donativos para apoiar as famílias

A falta de voluntários obrigou o CASA Madeira a reduzir os pontos de recolha de bens alimentares da ação que decorreu no fim de semana passado nas lojas Pingo Doce.

Com falta de mãos para ajudar e com os donativos a decrescerem, a coordenadora da delegação madeirense deixou um apelo a toda a sociedade civil, pessoas singulars e empresas.

“Estes donativos são para famílias carenciadas, são para um cabaz mensal que o CASA assegura. Esta recolha tem de aguentar até dezembro. Com esta recolha vamos ajudar a fazer cabazes de natal para estas famílias”, sublinhou Sílvia Ferreira em declarações à RTP Madeira.

A responsável dirigiu mesmo um convite a todas as pessoas da região para visitarem a instituição e ver como se trabalha no CASA Madeira.

Todos os dias o número de pedidos de ajuda aumenta, reflexo de um contexto económico cada vez mais difícil. “Neste momento, só na zona do Funchal, o CASA tem 331 famílias que está a ajudar, o que corresponde a cerca de 1300 pessoas, com um cabaz por mês”, refere, deixando a ressalva: “É um cabaz que não é suficiente para um mês. São cabazes complementados por estas recolhas, mais os excedentes diários que o Pingo Doce nos dá, como iogurtes, queijos…”

No total, o CASA apoia 440 famílias de cinco concelhos diferentes. No que diz respeito às pessoas em situação de sem-abrigo, estão contabilizados 118 utentes. Para todos, Sílvia Ferreira pede mais apoio e dirige um pedido especial às empresas para que ajudem na elaboração dos cabazes de natal.

 

Noticias Locais

Parceiros


parceiros